Discurso de Posse na Academia Brasileira de Letras
Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, RJ, 6 de novembro de 1980 Elogio de José Américo de Almeida “Profeta das ruas, mago do sertão”
Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, RJ, 6 de novembro de 1980 Elogio de José Américo de Almeida “Profeta das ruas, mago do sertão”
No meu último artigo sobre o meu governo do Maranhão, 1966-1970, terminei contando como constituímos um grupo de trabalho para planejar o que íamos fazer.
A grande tarefa de 1966 era tirar o Maranhão do século 19 e trazê-lo para o século 20. Era um estado totalmente desintegrado e sem
Dou prosseguimento ao meu testemunho sobre o que era o Maranhão quando assumi o governo em 1966. Afirmei então que vivíamos no século 19, pois
Em 1966, ao assumir o Governo do Maranhão, constatei de que não podíamos debitar somente aos governadores, meus antecessores, a situação de bagunça em que
Os psicanalistas apresentam como certeza que a gente não esquece as coisas pelas quais guarda interesse e esquece as que não nos interessam. A memória