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O Cone Sul e a América Latina

Sarney estreitou os laços com a Argentina e o Uruguai, em estreita sintonia com seus respectivos presidentes, Raúl Alfonsín e Julio Maria Sanguinetti. Restabeleceram a confiança entre os vizinhos do Cone Sul, comprometendo-se com o uso pacífico da energia nuclear e com a democracia. Assim, surgiu o embrião do Mercosul, que tinha como cláusula a restrição a países que não estivessem em pleno funcionamento das instituições democráticas.

Além de com o Cone Sul, houve forte aproximação com diversos outros países latinoamericanos, como Paraguai, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Peru e México.  A diplomacia brasileira foi determinante também para a pacificação dos conflitos no Caribe, com a formação do Grupo de Apoio a Contadora (depois, Grupo do Rio).

Admirador da redemocratização da Espanha, realizada com o Pacto de Moncloa, que tinha como modelo, Sarney manteve forte diálogo com Felipe González, primeiro ministro espanhol.

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